
Equipe Focus
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As academias estão no grupo de atividades mais afetadas pela crise sanitária no Brasil. Metade delas está com dívidas em atraso. É o que mostra a 11ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia de COVID-19 nas Micro e Pequenas Empresas, realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
De acordo com a pesquisa, o faturamento do setor chegou, em maio, a um patamar 52% abaixo do que seria normal para o mês. Na edição anterior da pesquisa, realizada em fevereiro, o segmento estava 42% abaixo do normal. Essa piora de cenário fez com que esses empresários se tornassem os mais preocupados entre todos os setores analisados: 72% alegam que estão com muita dificuldade de manter o negócio.
Também estão sob perspectiva negativa artesanato (-49%), beleza (-53%), comércio varejista (-40%), logística e transporte (-50%), serviços de alimentação (-49%), entre outros.
O levantamento ainda considerou outros segmentos que estão melhorando. É o caso do agronegócio, energia, indústria e indústria de base tecnológica.
Seguem estáveis construção civil, educação, oficinas e peças, além de serviços empresariais.
Com Agência Brasil







