‘Vaquinha’ para Bolsonaro recebe Pix de R$ 22 de André Fernandes

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Foto: Divulgação

Ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) investigado por suposto esquema de rachadinha, Fabrício Queiroz fez um Pix de R$ 10 para o ex-presidente Jair Bolsonaro. Queiroz publicou o comprovante da transferência no Instagram no sábado, 24.

Desde a noite de sexta-feira, 23, deputados e influenciadores bolsonaristas fazem campanha de “vaquinha” para levantar dinheiro para pagamento de multas judiciais. Além de Queiroz, os deputados federais André Fernandes (PL-CE) e Gustavo Gayer (PL-GO) também publicaram comprovantes de transferência para o ex-presidente.

O primeiro doou R$ 22, número de urna de Bolsonaro. O goiano repassou R$ 50. Eles afirmam que o ex-presidente é vítima de “assédio judicial” e que precisa de ajuda para pagar “diversas multas em processos absurdos”. O assessor de Bolsonaro Fabio Wajngarten alega que a campanha de doações não partiu da equipe do ex-presidente. Apesar disso, o próprio Wajngarten publicou no Twitter a chave Pix de Bolsonaro, com a indicação que a conta é do Banco do Brasil e a frase: “confira antes de transferir”.

Bolsonaro e os filhos Flávio, Eduardo e Carlos não postaram nas redes sociais a respeito da “vaquinha”. Bolsonaro assumiu este ano o cargo de presidente de honra do PL. O salário é de R$ 39 mil. Além desse valor, ele também recebe aposentadoria do Exército e da Câmara dos Deputados. Assim, entre aposentadorias e salários, são mais de R$ 75 mil mensais.

No dia 14 de junho, a Justiça de São Paulo mandou bloquear mais de meio milhão de reais nas contas bancárias de Bolsonaro em razão do descumprimento de regra sanitária imposta em meio à covid-19: o uso de máscaras. A dívida de Bolsonaro com o governo do Estado já passa de R$ 1 milhão. Deputados federais da oposição criticaram a campanha de doações para Bolsonaro. André Janones (Avante-MG) ironizou em postagem: “O clã Bolsonaro informa que além do Pix, as doações podem ser feitas em dinheiro em espécie, em caixas de sapatos fechadas, a ser entregues em qualquer uma das mansões da família”.

Agência Estado

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