
Da Redação
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Há sinais de que o Ceará tem papel estratégico no funcionamento do tráfico nacional e internacional. Um dos indícios é a lista comandantes de facções criminosas presos ou assassinados no Estado nos últimos meses. Não é à toa que o Ministério da Justiça tenha decidido enviar um grupo de policiais para atuar no Ceará, muito provavelmente na área de inteligência.
No início de fevereiro, por exemplo, foi preso na Praia do Futuro Euder de Souza Bonethe, considerado um dos maiores traficantes de drogas do Brasil, com ramificações internacionais.
No fim de dezembro, a PF prendeu em Aquiraz o homem apontado como um dos chefes de um cartel de drogas do México. José Gonzales Valencia, 42 anos, conhecido como “Chepa”, “Camaron” e “Santy” era procurado pelo pela polícia dos EUA.
Entre personagens de maior ou menor importância na estrutura do tráfico, nos últimos 30 dias, vários dirigentes de facções foram assassinados nas ruas de Fortaleza na violenta guerra pelo comando do tráfico.
O último caso a chamar a atenção foi o assassinato de Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, maior liderança fora da prisão do Primeiro Comando da Capital (PCC). Com Gegê, também foi encontrado morto Fabiano Alves de Souza, o Paca. A dupla é oriunda de São Paulo.







