
A Associação Cearense de Magistrados (ACM) deu entrada nesta quinta-feira, 22, em requerimento no Tribunal de Justiça pedindo providências com relação à segurança no Fórum Clóvis Beviláqua. De acordo com o requerimento, os magistrados precisam se sentir seguros para realizarem suas atividades cotidianas, “perigosas por natureza, e que exigem medidas específicas e padronizadas para minimizar os riscos”.
Nesta quarta-feira, 21, um preso que deveria participar de uma audiência no Fórum consegui desarmar o único policial que fazia a escolta, fez uma promotora de refém e só foi parado após outros policiais dispararem em sinal de alerta.
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