
O clima no Pretório Excelso anda longe da calmaria. Passado o período de turbulência da votação do Habeas Corpus do ex-presidente Lula, as ondas continuam turvas. Nesta quinta-feira, 19, o ministro Marco Aurélio voltou a alfinetar a presidente Carmen Lúcia, pedindo que seja incluída na pauta do plenário da Corte uma ação do Partido Comunista do Brasil (PC do B) que quer barrar a possibilidade de prisão após a condenação em segunda instância. Marco Aurélio, um dos mais antigos ministros do STF, põe lenha na fogueira da Presidente.
Além da ação do PCdoB, ainda existe a ação, ajuizada pelo Partido Ecológico Nacional (PEN). Nesta quinta-feira, termina o prazo de cinco dias determinado por Marco Aurélio Mello para suspender a ação do PEN. Os novos advogados que atuam na defesa do partido pediram um tempo para se inteirar do processo. Segundo o presidente nacional da sigla, Adilson Barroso, o partido busca um “atalho jurídico” para atrasar o máximo possível a retomada da discussão.







