
Morto neste sábado, 30, o economista Antônio Cláudio Ferreira Lima iniciou a carreira no Banco do Nordeste do Brasil (BNB), instituição na qual ele se aposentou e voltou em 2005, como assessor da presidência. Na Casa, ele foi um dos responsáveis pela implantação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), em 1988.
O presidente do BNB, Romildo Rolim, lembra a trajetória do economista na instituição. “Seu maior legado foi instrumentalizar o FNE, há 30 anos”, disse ao Focus. Para ele, “Cláudio foi de grande importância não somente para o Ceará, mas para o Nordeste”. “Ele incorporou ao BNB a missão de fomento desenvolvimentista da instituição, a sua contribuição foi instrumentalizar o papel do Banco de propiciar o desenvolvimento para as pessoas, levando emprego e renda”, completa.







