
Equipe Focus
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A Justiça de São Paulo determinou que o banco on-line Nubank deverá restituir R$ 5,1 mil a uma correntista que, após ter seu celular roubado, teve fundos guardados na conta da fintech movimentados pelos criminosos.
De acordo com a juíza Tamara Hochgreb Matos, de SP, a restituição ocorre pelo fato que o banco deve garantir a segurança das transferências realizadas em sua plataforma.
Na ação, a correntista apontava falhas pela Nubank pelo fato dos criminosos terem conseguido movimentar sua conta bancária, principalmente, já que os fundos estavam na parte “dinheiro guardado” do banco, divulgado como uma opção “segura como um cofre” pela empresa.
O Nubank contestou a ação na Justiça, alegando que não poderia se responsabilizar pela transação que resultou em fraude, uma vez que ela foi concluída através da utilização da senha pessoal da vítima.
O banco também afirmou que o cliente não conseguiu apontar os danos materiais sofridos ou a falha nos serviços, fatos importantes para uma indenização.
Porém, a magistrada decidiu a favor da vítima, afirmando que a fintech deve garantir a segurança de todas as transferências realizadas na plataforma e sendo responsável, portanto, pela falha que possibilitou a transferências dos fundos guardados realizada pelos criminosos.
Além disso, a juíza também registrou que o Nubank não apresentou nenhum indicativo que o correntista tenha realizado ação que tenha cooperado com a invasão de sua conta.
Com informações do Canaltech







