
Equipe Focus
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Uma nota do Ministério Público de São Paulo rebateu as declarações de Ciro Gomes (PDT) quanto à requisição de inquérito policial para apurar possível prática de injúria racial por parte do pedetista (veja aqui). Quando pronunciou a crítica acompanhada de um sonoro palavrão, Ciro demonstrou não saber que “o promotor” na verdade é uma promotora. Ou seja, o filho da p* pronunciado por Ciro atingiu a uma mulher, o que concede ao caso outra delicadeza.
Veja a nota divulgada pelo MP de São Paulo.
NOTA DE ESCLARECIMENTO
Sobre declarações do senhor Ciro Ferreira Gomes
O MPSP vem a público esclarecer que a atuação da promotora de Justiça que requisitou inquérito policial sobre eventual prática de injúria racial por parte do senhor Ciro Ferreira Gomes dá-se estritamente dentro dos marcos estabelecidos pela legislação e pela Constituição, que garante a inviolabilidade das prerrogativas dos membros do Ministério Público, cuja atuação ocorre sempre em nome da sociedade.
Sendo assim, cabe ressaltar que os termos com os quais o investigado referiu-se à promotora são completamente inapropriados. Compete ao conjunto dos promotores de Justiça, nos termos do artigo 127 da Carta Magna, defender a ordem jurídica e o regime democrático. E esse trabalho continuará sendo feito com a mais absoluta serenidade, levando-se em conta rigorosos parâmetros de profissionalismo, técnica e impessoalidade
Sendo assim, cabe ressaltar que os termos com os quais o investigado referiu-se à promotora são completamente inapropriados. Compete ao conjunto dos promotores de Justiça, nos termos do artigo 127 da Carta Magna, defender a ordem jurídica e o regime democrático. E esse trabalho continuará sendo feito com a mais absoluta serenidade, levando-se em conta rigorosos parâmetros de profissionalismo, técnica e impessoalidade
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