
Equipe Focus
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O ex-ministro da Justiça e da Defesa, Nelson Jobim, apontou ser necessário ter “sapiência e clareza ao tratar o incidente do dia 8”, visto que um acerto de contas com revanchismo pode fortalecer o nome do ex-presidente Bolsonaro (PL).
“Radicalizar não adianta. Nós precisamos superar”, disse o ex-ministro, indo na contramão da política de “sem anistia” estruturada pelos petistas.
“Temos que nos lembrar que o responsável pela proteção dos palácios é o GSI [Gabinete de Segurança Institucional da Presidência]. Onde estava a Guarda Presidencial? Onde estavam as ações do GSI? Foi um apagão de inteligência em um nível de, para não dizer incompetência, leniência no que diz respeito às ações e precauções”, destacou em entrevista ao jornal Folha de São Paulo.
Além disso, para o ex-ministro, nem todos que estavam no ocorrido incentivaram ou participaram do vandalismo dos bolsonaristas.







