
Equipe Focus
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O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), defendeu a decisão do presidente Lula (PT) de demitir o ex-comandante do Exército, general Júlio César de Arruda.
“Não é possível você ter um comandante do Exército que se nega a afastar quem praticou esses atos e está respondendo inclusive a investigação”, justificou.
“Efetivamente essa pessoa está sendo investigada e respondendo a processo. O regramento que eu sei do Exército é que quem responde a processo não pode comandar batalhão”, disse o governador, durante evento no Palácio da Abolição. As informações são do jornal O Povo.
Agora, no lugar de Júlio César, quem assume é o general Tomás Miguel Ribeiro Paiva.
Arruda, nomeado por Lula ainda durante o governo Bolsonaro, assumiu em 30 de dezembro de 2022, o que faz dele o chefe da Força Terrestre que menos tempo passou no cargo desde o fim do regime militar: foram apenas 23 dias.
Segundo apurou a reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a demissão do comandante se deu por um acúmulo de fatores, como a recusa de Arruda em permitir prisões no acampamento em frente ao Quartel General do Exército após os ataques na Praça dos Três Poderes, no dia 8 de janeiro, e sua resistência em exonerar o tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa Cid, conhecido como “coronel Cid”.
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