
Equipe Focus
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Os projetos de lei enviados pelo governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), para a Assembleia Legislativa, rendeu algumas críticas de ex-adversários eleitorais e da oposição, como ocorreu com o secretário da Saúde de Maracanaú, Capitão Wagner (UB).
“O Governo do Estado enviou proposta para criar 10 novas secretarias para comportar os aliados políticos, e alega que, pra ter “equilíbrio fiscal”, precisará demitir terceirizados; aumentar impostos (ICMS) e endividar o Estado com mais um empréstimo em R$ 900 milhões”, apontou CW, se referindo aos textos de criação de novas secretarias e do aumento do ICMS sobre alguns produtos e o pedido de autorização para operação de crédito no valor de R$ 900 milhões no Banco do Brasil.
“Enquanto isso, metade da população do Ceará está pobre, grandes empresas estão fechando as portas e, além de tudo, a geração de emprego desacelerou”, argumentou o líder da oposição em suas redes sociais. “Essa é a política do Governo rico e o povo pobre. É o resultado do continuísmo. Advinha quem vai pagar essa conta?”, questionou.







