
Equipe Focus
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O governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT), rebateu as críticas de ex-adversários, como o Capitão Wagner e Roberto Cláudio, que o acusaram de criar novos cargos para garantir que aliados atuem no governo.
“Primeiro é olhar o perfil das pessoas escolhidas. Pessoas que dominam suas áreas, com capacidade de liderança. O que nós fizemos e, evidentemente, o que é mais do que comum, foi conciliar as forças políticas que ganharam a eleição com os quadros técnicos que nós temos”, disse. A declaração foi dada ao jornal O Povo.
“Devemos ouvir críticas com tranquilidade, agora temos que ver se a crítica tem pertinência. Estamos fazendo o dever de casa”, explicou, em referência ao comentário do opositor pedetista, RC.
Mais cedo, o ex-prefeito de Fortaleza, usou as redes sociais para comentar sobre os projetos do petista. “A velha máxima que é necessário primeiro fazer o “dever de casa” para dar o exemplo não está sendo cumprida. Assim fica difícil mobilizar a solidariedade coletiva da sociedade cearense em torno de sacrifícios tão dolorosos para manter o fundamental ajuste fiscal do Estado”, disse.
Aqui, ele se refere aos textos de criação de novas secretarias e do aumento do ICMS sobre alguns produtos e o pedido de autorização para operação de crédito no valor de R$ 900 milhões no Banco do Brasil.
Outro que se manifestou foi CW, secretário de Saúde de Maracanaú. “O Governo do Estado enviou proposta para criar 10 novas secretarias para comportar os aliados políticos, e alega que, pra ter “equilíbrio fiscal”, precisará demitir terceirizados; aumentar impostos (ICMS) e endividar o Estado com mais um empréstimo em R$ 900 milhões”, apontou CW.







