Ceará registra 24 açudes sangrando; confira situação por bacia hidrográfica

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Rio Salgado. Foto: Divulgação

O Ceará registrou 24 açudes que atingiram a capacidade máxima e se encontram vertendo (sangrando) nesta segunda-feira, 20.

De acordo com o presidente da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Ceará (Cogerh), João Lúcio Farias, para que aconteçam aportes significativos é necessário que as chuvas ocorram de forma contínua e no local adequado. “Dos quatro maiores reservatórios do Estado, apenas o Araras, na Bacia do Acaraú, encontra-se em situação bastante confortável, com 73,6% da sua capacidade. Em seguida temos o Orós, com 47,5%, o Castanhão com 20,6% e o Banabuiú, com apenas 10%”, detalha”.

Conforme explica o presidente da Cogerh, João Lúcio Farias, para que aconteçam aportes significativos é necessário que as chuvas ocorram de forma contínua e no local adequado. O gestor ainda alerta para as condições dos grandes reservatórios, considerados estratégicos. “Dos quatro maiores reservatórios do Estado, apenas o Araras, na Bacia do Acaraú, encontra-se em situação bastante confortável, com 73,6% da sua capacidade. Em seguida temos o Orós, com 47,5%, o Castanhão com 20,6% e o Banabuiú, com apenas 10%”, detalha”.

O quadro de reservação hídrica ainda varia de região para região. Bacias como a do Coreaú (86,2%), Acaraú (70,2%) e Metropolitanas (66,1%) contrastam com as regiões hidrográficas do Banabuiú (11,8%) e Sertões de Crateús (13,4%). “Isso decorre de uma das principais características do nosso regime de chuvas, a irregularidade no tempo e no espaço. Ou seja, nossas chuvas não são homogêneas no território nem constantes”, ensina João Lúcio.

Monitoramento e Segurança dos Reservatórios
As 157 barragens monitoradas pela Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) passam por duas inspeções: uma antes e outra após a quadra chuvosa. Enquanto a primeira aponta medidas a serem tomadas pra evitar problemas na quadra, a segunda indica o que fazer pra corrigir eventuais estragos causados pela água das chuvas. Os açudes não monitorados são de responsabilidade dos empreendedores, seja propriedade particular, prefeitura ou de associação. Em caso de rompimento ou iminente rompimento de barragem, a Defesa Civil deve ser acionada.

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