O Diap faz um prognóstico pessimista quanto à renovação dos mandatos no Congresso Nacional. Um levantamento do Instituto conclui que a Câmara dos Deputados deve ter o menor índice de renovação em 2018 desde as eleições de 1990.
“Segundo as estimativas do Diap, dos 513 deputados federais que serão eleitos para exercer seus mandatos a partir de 1º de janeiro do ano que vem, aproximadamente 40% devem ser novos parlamentares — menos da metade da Casa. O estudo mostra que a média de renovação da Câmara nas últimas sete legislaturas é de 49,1%, tendo seu pico com os 61,82% em 1990. O menor índice foi observado em 2010, com 44,25%”, informa reportagem do O Globo.
Comento: sempre avaliei, em diversos textos no jornal O Povo, que as mudanças feitas no sistema político e e eleitoral do País só ajudariam a quem já tem mandato. Uma dessas mudanças infelizes é o fim da permissão para as pessoas jurídicas doarem dinheiro para as campanhas. Todas as mudanças, sem exceção, facilitam a vida dos candidatos que já são conhecidos dos eleitores (Fábio Campos).
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