Planos de recursos hídricos das regiões hidrográficas do Banabuiú e Salgado são aprovados

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Foto: Divulgação

Projeto é financiado com apoio da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap) e Governo do Ceará por meio do Programa Cientista Chefe

O Comitê da Sub-Bacia Hidrográfica do Banabuiú e o Comitê da Sub-Bacia Hidrográfica do Salgado aprovaram, nesta quarta (19) e quinta-feira (20), respectivamente, os Programas e Ações do Plano de Recursos Hídricos de sua Região Hidrográfica, finalizando a terceira e última etapa do processo de atualização dos documentos.

Os eventos ocorreram nos municípios de Senador Pompeu (Banabuiú) e no Crato (Salgado), com a presença de membros do Comitês, do Programa Cientista-Chefe e de técnicos da Cogerh. Os trabalhos para elaboração dos planos iniciaram ainda em 2022, passando pela etapa de Diagnóstico e de Prognóstico da região até a definição do plano de ação. Foram estipuladas ações nos seguintes eixos temáticos: demanda hídrica, oferta hídrica, gerenciamento dos recursos hídricos, aspectos ambientais e político-institucional.

O objetivo do Plano de Recursos Hídricos é o de proporcionar a melhoria da segurança hídrica e a minimização da ocorrência de conflitos pelo uso dos recursos hídricos. Sandra Aquino, pesquisadora da Universidade Federal do Ceará (UFC) e parceira do Projeto, apresentou aos membros o trabalho com a planilha Matriz do Plano de Ação, destacando os principais pontos debatidos ao longo dos últimos meses com a plenária. As regiões dos Curu, Sertões de Crateús, Serra da Ibiapaba, Coreaú e Litoral já tiveram seus planos aprovados.

Câmara Técnica do Plano de Seca
Durante o encontro, o Comitê do Banabuiú aprovou ainda a Formação da Câmara Técnica que vai acompanhar do Plano de Gestão Proativa de Seca, que tem como característica central a tônica operacional e a abordagem proativa a curto prazo, estipulando as ações que devemos ter diante de uma seca.

Na bacia, já foi finalizado o Plano do Hidrossistema Patu e está sendo construído o do Fogareiro-Quixeramobim. O projeto também, é financiado pela Cogerh, pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico (Funcap) e Governo do Ceará.

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