
A secretaria de Cultura do Governo do Ceará, Luisa Cela, filha da ex-governadora Izolda Cela (sem partido) destacou ao Focus Colloquium a necessidade de explorar a economia da cultura no Estado e quais ações para poder incentivá-la. Para ela, é muito importante essa discussão, “apesar de ainda ter que avançar muito”.
“Precisamos avançar em políticas públicas, reconhecendo a cultura como um ativo econômico. Temos mudança de compreensão, mas ainda pensamos a cultura como algo dentro da lógica do fomento direto, do patrocínio, para realizar atividades. Esse mercado, que é muito forte economicamente, ainda não tem essa iniciativa”, explicou em entrevista ao editor do Focus, jornalista Fábio Campos.
s”Temos um campo muito grande para se consolidar políticas públicas, assim como tem para outras áreas. O presidente Lula, por exemplo, fala muito obre isso. Estamos diante dessa janela para consolidar e explorar a força da cultura cearense”, destacou. “As manifestações, as expressões, a diversidade e sua capacidade de gerar dinheiro”.
Perfil
Luisa Cela é cearense, formada em psicologia, com mestrado em Saúde da Família, ambas pela Universidade Federal do Ceará (UFC), e especialização em Arteterapia (Instituto Aquila). Desde 2014, tem atuação no campo das políticas culturais, direitos humanos e cidadania. Exerceu a função de Diretora de Direitos Humanos na Rede CUCA – Fortaleza, e no Instituto Dragão do Mar (IDM), assumiu a diretoria de Cidadania Cultural, dirigindo o Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) e coordenando projetos importantes como o “Praça das Artes”.
Assumiu também a presidência do Instituto ECOA (Escola de Comunicação, Cultura, Ofícios e Artes) – Sobral. Entre os anos de 2019 a 2022, exerceu o cargo de Secretária Executiva da Cultura no Governo do Estado do Ceará, assumindo ao longo desse período, a Coordenação da Lei Aldir Blanc no Ceará. Também fez parte da equipe do Consórcio Nordeste.
Assista à entrevista completa:







