Ao lado de Alckmin, Elmano defende regulamentação urgente do hidrogênio verde

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Foto: Divulgação

O governador Elmano de Freitas participou, em Brasília, de reunião com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

Durante o encontro, que contou com a participação de diversos ministros e também governadores do Consórcio Nordeste, Elmano de Freitas disse estar convicto de que se estabeleceria um importante espaço de soma de esforços e de ação coordenada, de todos os governos estaduais do Nordeste, com o Governo Federal.

“Estamos em sintonia das ações que vamos realizar, seja na transposição do Rio São Francisco, na Transnordestina, ou naquilo que diz respeito ao grande desafio do país, que é aproveitar a mudança da matriz energética, da economia do mundo. O Brasil pode ser um grande fornecedor de energia renovável e fazer uma nova planta industrial do país”, avaliou.

Elmano de Freitas afirmou que o Nordeste pode contribuir com o Brasil, para uma industrialização nova e moderna, com base em matriz energética renovável e defendeu a necessidade de regulamentação urgente do hidrogênio verde e energia eólica offshore. “Também precisamos garantir na reforma tributária o tratamento diferenciado para a energia renovável e hidrogênio verde, com garantia de crédito, seja no BNDES ou Banco do Nordeste, além de outros esforços do Governo Federal para que tenhamos condições de competitividade”.

De acordo com o governador Elmano, países como os Estados Unidos têm investido fortemente para atrair investimento em energia renovável. “O governo americano lançou um programa que, na verdade, é um grande subsídio. Trata-se de um investimento da ordem de 360 bilhões de dólares para os próximos dez anos, para atrair uma nova planta industrial com base na energia renovável. O Brasil tem muito mais eficiência energética na produção de energia solar e eólica, já temos uma matriz renovável que são as nossas hidrelétricas. Temos que garantir competitividade do Brasil para inserção no mercado mundial com base numa matriz energética limpa. Portanto, temos que observar o que outros países fazem, sob pena de investidores, em vez de investir no Brasil, possam migrar para outras partes do mundo”, alertou, informando que o Congresso Brasileiro tem aprovado temas relevantes para a sociedade, inclusive voltados para este setor.

“Já tramita no Senado, por exemplo, projetos de lei regulamentando energia eólica offshore e hidrogênio verde. Seja com medidas provisórias, seja acelerando esses projetos de lei, o importante é que até o final deste ano tenhamos aprovado e sancionado leis que garantam segurança jurídica e previsibilidade para os investidores, para que efetivamente possamos avançar a indústria no Brasil com base na energia renovável”.

Com informações do Governo do Estado

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