
Equipe Focus
Quase um terço dos eleitores admitiram aos pesquisadores do Ibope/CNI que cogitam mudar seu seus votos para evitar que um outro candidato que renegue saia vencedor. Ou seja, é o chamado voto útil. Não é á toa que a posição adotada pelos eleitores nas pesquisa é denominada de “intenção de voto”. Intenções mudam. Intenções sofrem apelos das variáveis que se dão durante o processo eleitoral.
Três em cada eleitores já admitem mudar. É muito e pode mudar os resultados até hoje retratados pelas pesquisas. Isso, claro, desde que esse percentual, que pode ser maior ou menor, achar conveniente mudar de posição.
A conclusão tem como base um questionamento feito pelo instituto a 2000 eleitores em 126 municípios brasileiros. O Ibope perguntou a esses entrevistados o seguinte: “qual a probabilidade de você deixar de votar no candidato de sua preferência, para evitar que outro que você não gosta, vença?”.
Segundo o instituto, 28% das pessoas ouvidas afirmam que têm probabilidade “alta” ou “muito alta” de alterarem seu voto a fim de evitar a vitória de um presidenciável indesejável. Outros 18% classificaram como “média” essa probabilidade. Já 48% citaram como “baixa” ou “muito baixa” as chances de uma mudança de voto por esse motivo. Além deles, 6% não sabem ou não responderam a pergunta.







