
Ao se defender numa ação trabalhista – na qual um segurança pediu o reconhecimento de vínculo empregatício – Eunice de Souza admitiu ser dona de prostíbulos na capital paulista. Ela chegou a levar uma prostituta como testemunha. E, com isso, nasceu uma investigação sobre exploração sexual.
A 10ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª região negou o reconhecimento do vínculo do segurança por entender que o estabelecimento tem fim ilícito e encaminharam os autos para o Ministério Público.
Na ação, o segurança afirma ganhar R$ 80 por dia e ter trabalhado em três casas de Eunice. Ela, por sua vez, disse que ele não era segurança e sim um cliente que causava “tumulto” e que estava apaixonado por uma das prostitutas.
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