
Equipe Focus
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Candidato a presidente da OAB de São Paulo, o criminalista Ruiz Filho, afirma que a “OAB é obsoleta, burocrática, lenta e anacrônica”. Em entrevista publicada pela Folha de S.Paulo nesta sexta-feira, 16, o advogado a entidade é “analógica e precisa se tornar digital. Não conseguiu ainda ingressar no século 21. As práticas são as mesmas de quando comecei na profissão, nos anos 80”.
A eleição em São Paulo envolve 322,7 mil profissionais da advocacia. Ou seja, tem mais eleitores do que qualquer outro município do Ceará afora Fortaleza. Perguntado acerca do que deveria mudar, o criminalista afirma “as prerrogativas do advogado “deveria ser um foco institucional da OAB para que o advogado possa atuar com liberdade, sem nenhum obstáculo”.
“É necessário uma atuação muito mais firme. A ordem sempre exerceu um protagonismo perante a sociedade civil. Sempre participou da história da evolução da democracia no país. De uns tempos para cá, em razão da fragilidade dos nossos dirigentes, esse protagonismo foi se perdendo. Como em política não há vácuo, esse espaço foi ocupado pelo Ministério Público e por parte da magistratura, que está na origem de muitos problemas da atualidade”, disse Ruiz.
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