
O presidente Nacional da Comissão do Exame de Ordem e conselheiro da OAB, Rogério Magnus Varela Gonçalves, afirmou hoje, na XXIII Conferência Nacional da Advocacia Brasileira, que, se dependesse da Ordem, estudantes não mais fariam a prova do Exame. O acesso de não bacharéis é permitido graças a uma decisão judicial, que acabou sendo incorporada ao edital do Exame.
De acordo com Varela, quando um estudante é aprovado no Exame de Ordem “dá um tapinha nas costas do professor e diz: e aí colega, agora sou também advogado. Depois, se desinteressa pela formação acadêmica”.
O acesso de não bacharéis ao Exame é permitido graças a uma decisão judicial, que acabou sendo incorporada ao edital do certame. Recentemente, Varela disse ouviu de representantes do Ministério da Educação que o Exame de Ordem busca criar uma reserva de mercado. “Nada mais mentiroso, nada mais fantasioso”, rebateu.
A prova da OAB, segundo Varela, não é uma prova de excelência, como um concurso da magistratura federal, mas uma prova de suficiência. Isso significa que o Exame visa identificar se a pessoa está suficientemente preparada para adentar no mercado de trabalho
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