https://www.youtube.com/watch?v=U5pnOweaH8Y
Veja o placar:
- Luís Roberto Barroso conclui seu voto: o ministro acompanhou o relator, Edson Fachin, e o placar está 2 a 1 para que o STF possa determinar medidas cautelares a deputados e senadores, sem necessidade de autorização do Congresso. Já Alexandre de Moraes, em longo voto, entende que o STF não pode determinar medidas cautelares a parlamentares.
- Leia aqui artigo do advogado Caio Rocha a respeito da questão. No momento, a sessão foi suspensa. Pausa para o café.
- Rosa Weber segue o relator. 3 a 1.
- Luiz Fux também segue o relator. 4 a 1. Agora vota Fias Toffoli.
- Do jornalista Reinaldo Azevedo: “Se o voto de Fachin e Barroso triunfarem, o Brasil escancara as portas para a insegurança jurídica”.
- Dias Toffoli Toffoli diz que se o STF impor medidas que interfiram no execício do mandato, “a decisão terá que ser submetida ao Poder Legislativo”. Portanto, 4 a 2.
- Ricardo Lewandowsk vota para que o Congresso tenha de avalizar medidas cautelares que impliquem o afastamento de parlamentares. 4 a 3.
- Gilmar Mendes começa a proferir seu voto. Pelo que o ministro já disse, o placar vai para 4 a 4.
- Depois de Gilmar Mendes, votam Marco Aurélio e o decano Celso de Mello.
- 4 a 4. Começa a votar Marco Aurélio. Vem a virada para 5 a 4. O ministro já antecipou seu voto.
- O voto do decano Celso de Mello pode gerar o empate. O voto de minerva caberá então à presidente Carmen Lúcia.
- Celso de Mello acompanha o relator. Com isso, o julgamento está empatado. 5 a 5.
- Voto de minerva fica com a ministra Cármen Lúcia.
- A presidente do STF vota pela parcial procedência, permitindo medidas cautelares, mas diz que as medidas devem ser avaliadas pela casa legislativa.
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