
Equipe Focus
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Acilon Gonçalves, presidente do PL no Ceará e prefeito de Eusébio, disse ontem, domingo, 17, que uma aliança com o União Brasil, do pré-candidato Capitão Wagner, depende de uma vontade recíproca de apoio de Wagner ao presidente Bolsonaro para ser firmada.
Caso o acordo seja descartado, Acilon já estuda lançar o ex-deputado federal Raimundo Gomes de Matos. As informações são do Jornal Diário do Nordeste.
Importante destacar que Wagner, ainda que usasse a blusa com a frase “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”, não recebeu o presidente no Aeroporto Velho, não participou da motociata e ficou do lado oposto ao de Bolsonaro no palco do evento que aconteceu no último sábado, 16, em Fortaleza. Ele só cumprimentou o presidente somente no final do encontro.
Capitão Wagner, que já tinha confirmado reunião para quarta-feira, 20, com o presidente do PL, não se manifestou ainda.






