Apesar das críticas da oposição, propostas de Elmano são aprovadas pela Mesa Diretora

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Foto: José Leomar/Divulgação

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Ceará aprovou projetos prioritários da gestão do governador Elmano de Freitas (PT). Agora, a votação em plenário está prevista para amanhã, quarta-feira, 15.

Entre os aprovados, o Governo do Estado pretende criar novas secretarias e desmembrar outras, visando atender a população, sobretudo aqueles mais vulneráveis ou descriminalizados por raça, cor, religião ou orientação sexual.

As novas secretarias são: Secretaria da Igualdade Racial; Secretaria da Juventude; Secretaria das Mulheres; Secretaria dos Povos Indígenas; Secretaria de Articulação Política; Secretaria da Cidadania e Diversidade; Secretaria dos Direitos Humanos; Secretaria dos Recursos Hídricos; Secretaria das Relações Internacionais e Secretaria do Trabalho.

Além disso, também está o aumento do ICMS para recuperar as perdas do tributo no ano passado, durante gestão do ex-presidente Bolsonaro (PL), e a recriação do Fundo de Estabilidade Fiscal. A autorização de contratação de empréstimo de R$ 900 milhões com o Banco do Brasil também foi aprovado pelo grupo.

A reunião foi presidida pelo presidente da Alece, deputado Evandro Leitão (PDT), e contou ainda com a participação dos deputados Fernando Santana (PT), Osmar Baquit (PDT), João Jaime (PP), Danniel Oliveira (MDB), Juliana Lucena (PT), Dr. Oscar Rodrigues (União), Romeu Aldigueri (PDT), Renato Roseno (Psol), Fernando Hugo (PSD), Sérgio Aguiar (PDT), Gabriela Aguiar (PSD), Jô Farias (PT), Marcos Sobreira (PDT), Nizo Costa (PT), Cláudio Pinho (PDT) e Carmelo Neto (PL).

Críticas

Recentemente, o secretário da Saúde de Maracanaú, Capitão Wagner (UB), criticou as propostas. “O Governo do Estado enviou documento para criar 10 novas secretarias para comportar os aliados políticos, e alega que, pra ter “equilíbrio fiscal”, precisará demitir terceirizados; aumentar impostos (ICMS) e endividar o Estado com mais um empréstimo em R$ 900 milhões”, apontou CW. 

No mesmo dia,  o ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), também comentou. “A velha máxima que é necessário primeiro fazer o “dever de casa” para dar o exemplo não está sendo cumprida. Assim fica difícil mobilizar a solidariedade coletiva da sociedade cearense em torno de sacrifícios tão dolorosos para manter o fundamental ajuste fiscal do Estado”, disse. 

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