
Mais uma vez, a AtlasIntel praticamente cravou o placar de uma disputa eleitoral. Desta vez, nas eleições para o Parlamento da África do Sul. O instituto realizou o levantamento mais próximo do resultado divulgado neste domingo, 2, em um pleito considerado de difícil projeção.
Para se ter uma ideia, a média de erro da pesquisa Atlas foi de apenas 1,28%, com base na última pesquisa que foi realizada em 28 de maio.
Próxima da AtlasIntel está o Instituto Enca/Markadta (2,04%). Em terceiro aparece a Social Research Foundation (2,12%).
No pleito, o Congresso Nacional Africano (ANC), partido do ícone da luta contra o Apartheid, que elevou Nelson Mandela ao poder, perdeu pela primeira vez no História a maioria absoluta dos congressistas nas eleições gerais.
A legenda conquistou 159 cadeiras do total de 400 que compõem a Assembleia Nacional do País. Na última eleição, chegou a ter 230 assentos no Legislativo. A ANC tentará formar, ao longo das próximas duas semanas, uma coalizão para manter no poder o atual presidente Cyril Ramaphosa.
A Aliança Democrática (DA) conseguiu 21,7% dos votos. O uMkhonto we Sizwe (MK), liderado pelo ex-presidente Jacob Zuma, ficou com 14,6%. Por fim, o grupo de esquerda Economic Freedom Fighters (EFF) obteve 9,5%.
Chama a atenção do mercado político o índice de acertos da Atlas em eleições de diversos países. Foi o caso da emparelhada disputa nos EUA em 2020, a última da Argentina, a mais recente da Espanha, a do Brasil em 2022 e a de diversos estados, incluindo o Ceará, também em 2022.
A sondagem Atlas utiliza como metodologia a coleta digital, com questionário via internet, e recrutamento aleatório de entrevistados em territórios geolocalizados.






