
Equipe Focus
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O Ceará registrou 11 abalos sísmicos de 1, 4 a 2,7 de magnitude na Escala Richter este ano. Ao todo, sete cidades cearenses sentiram os tremores como Cascavel, distante cerca de 65 km da Capital, Mombaça e Jaguaribe. A maior escala foi em Irauçuba (2,7). As ações da natureza não chegam a ter intensidade preocupante como no Chile e em países asiáticos, mas podem provocar transtornos. Em todo o Estado, 52 cidades já catalogaram atividades sísmicas desde o primeiro caso, em 1807. Os dados são da cartilha da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC).
O evento mais significativo ocorreu na década de 1980, em Pacajus, na Região Metropolitana de Fortaleza. O município registrou tremores de 5,2 de magnitude na Escala Richter e entrou para a lista dos principais terremotos da história brasileira. A ação se tornou a maior ocorrida nas regiões Norte e Nordeste.
Definida como moderada pela Defesa Civil, a magnitude é capaz de provocar um estremecer perceptível ao vibrar louças, portas, objetos, e causar atritos nas paredes. Os efeitos materiais afetam principalmente construções mal projetadas. De acordo com a cartilha, “os sismos que ocorrem no Brasil normalmente são superficiais e possuem baixa magnitude. Isso se dá devido à localização do País, que está situado sobre a placa tectônica da América do Sul.”
Os abalos não acontecem em áreas mais isoladas e não causaram danos graves a população. No Estado, os tremores são monitorados pela Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), órgão do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará (CBMCE).







