
Equipe Focus
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O deputado Capitão Wagner (UB) confirmou a vinda do presidente Bolsonaro (PL) ao Ceará. Marcado para o sábado, 15, Bolsonaro desembarca às 13 horas, na Base Aérea de Fortaleza, concede entrevista de imprensa e, em seguida, cumpre agenda na Capital com os seus eleitores e aliados.
CW, no entanto, destacou que os compromissos do presidente ainda estão em definição. A visita em Canindé, por consequência dos encontros posteriores em outros Estados, foi cancelada.
Questionado em entrevista no programa Alerta Geral sobre as ações para conseguir ampliar o número de votos no Ceará, CW enfatizou que está sendo realizada uma mobilização das siglas aliadas para que o presidente consiga sair das urnas com o apoio de 30% dos cearenses.
Vale destacar que durante campanha para governador, CW não se manifestou e/ou pediu voto para o presidente, se distanciando e anunciando que “não é necessário ter padrinho para governar”, diferentemente, em suas palavras, de Elmano de Freitas (PT), que sempre citava o ex-presidente Lula e o ex-governador Camilo Santana para conseguir votos.
Wagner, quando acusado de esconder o seu padrinho durante os debates, se afastava e mudava de assunto, informando, inclusive, que o seu foco é o Ceará. “Quando tentam no debate puxar para o cenário nacional eu vou lá e tento puxar de volta para o local. Está na hora debater o Ceará porque é isso que o eleitor cearense quer saber”, explicou o líder da oposição.
“Surgi na política em 2010 e nunca pedi um padrinho para pedir voto para mim. Se me tornei presidente do UB foi através do meu esforço, ninguém me deu de graça”, pontuou. “Não precisei que na véspera da eleição, algum padrinho me indicasse ao cargo de governador. Isso precisa ficar muito claro”, explicou CW.
Contudo, quando Elmano venceu no primeiro turno, CW fez uma live e declarou o seu voto em Bolsonaro, justificando que não fez campanha por causa de seu partido, que tinha outro nome como candidata, o de Soraya Thronicke.
O anúncio foi feito em live nas suas redes sociais. Com poucos minutos de transmissão, ele convidou a sua esposa, a deputada federal eleita Dayany Bittencourt (UB).
Com uma blusa do Brasil, ele indaga: “Precisa dizer alguma coisa ou só a camisa já resolve, pessoal?” Já dá para entender, não é?”, diz. “A gente, por uma questão partidária, no primeiro turno, não podia se posicionar. Agora a gente é vota, vota e confirma, 22 é Bolsonaro”, enfatizou o deputado.
“Vamos viajar o Ceará todo e viabilizar material de campanha. A gente não precisa agredir nem falar mal de ninguém. A gente só precisa declarar a nossa posição que vai ser firme”, disse Wagner.







