
Equipe Focus
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Em nota através do Twitter, o editor do Intercept Brasil, Glenn Greenwald, reafirmou que recebeu as mensagens de fonte anônima, voluntária e sem cobrança financeira. Comentando matéria publicada na Folha de S.Paulo, Glenn afirmou que depoimento de Walter Delgatti Neto, um dos quatro suspeitos de atuar como hacker no caso envolvendo autoridades da Lava Jato, à PF apenas reforça a versão que já havia apresentado anteriormente.
“Mais importante: ‘Os contatos com Greenwald, segundo o preso, foram virtuais, somente pelo aplicativo de conversas Telegram, e ocorreram depois que os ataques aos celulares das autoridades já tinham sido efetuados.’ Exatamente que falamos desde o começo: (link: https://theintercept.com/2019/06/09/editorial-chats-telegram-lava-jato-moro/) theintercept.com/2019/06/09/edi…”
Em outra postagem, Glenn reforçou que não está afirmando que a pessoa acusada pela PF é de fato a fonte do Intercept. “Nós não comentamos sobre nossas fontes. Eu estou apenas destacando o que a pessoa que PF e @folha disseram ser a nossa suposta fonte”.






