
O pesquisador e economista Antônio Cláudio Ferreira Lima morreu aos 71 anos neste sábado, 30, após lutar contra um câncer. O velório ocorre a partir do meio-dia de hoje, na Funerária Ethernus. Cláudio deixa uma importante contribuição no desenvolvimento econômico do Estado. Autor do livro “A construção do Ceará. Temas de história econômica”, de 2008, ele atuou como secretário do Planejamento na Era Tasso Jereissati (PSDB) e foi secretário-adjunto da Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), na gestão Camilo Santana (PT).
Sua última função foi de assessor especial do Gabinete do governador. Iniciou a carreira no Banco do Nordeste (BNB), onde se aposentou. Em nota, o Governo do Ceará lamentou a morte do economista na manhã deste sábado, 30. “O Governo do Ceará manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista, Cláudio Ferreira Lima. Com uma carreira brilhante, Cláudio contribuiu para o desenvolvimento do nosso Estado, compartilhando o seu grande conhecimento e pondo à disposição de todos nós um pensamento econômico voltado para a redução de desigualdades. Auxiliou nos planos da área econômica em várias gestões estaduais, tendo sido secretário de Planejamento do Governo Tasso Jereissati e secretário-adjunto do Desenvolvimento Econômico do Governo Camilo Santana”.
Leia nota na íntegra:
“O Governo do Ceará manifesta profundo pesar pelo falecimento do economista, Cláudio Ferreira Lima. Com uma carreira brilhante, Cláudio contribuiu para o desenvolvimento do nosso Estado, compartilhando o seu grande conhecimento e pondo à disposição de todos nós um pensamento econômico voltado para a redução de desigualdades. Auxiliou nos planos da área econômica em várias gestões estaduais, tendo sido secretário de Planejamento do Governo Tasso Jereissati e secretário-adjunto do Desenvolvimento Econômico do Governo Camilo Santana. Atualmente, era assessor do Gabinete do Governador em projetos importantes, como o Ceará 2050.
Seguidor de Celso Furtado, é reconhecido como grande nome da Economia do Nordeste. Defendeu durante sua carreira o desenvolvimentismo e acreditou por toda a vida no crescimento econômico inclusivo. Humanista, pregava a aplicação dos preceitos econômicos como ferramenta para a conquista de uma sociedade mais justa e perseguiu, como intelectual, um projeto de nação igualitária. Sem perder o otimismo, seguiu desejando que o Brasil desse passos consistentes rumo ao seleto grupo dos países desenvolvidos. Nunca deixou de acreditar no futuro ao constatar “vir vindo no vento o cheiro de uma nova estação”, como confessou ao assinar, com as palavras de Belchior, um de seus artigos. Nossa solidariedade à família de Cláudio e sincero agradecimento pela dedicação ao desenvolvimento do Ceará.”







