Hisense e Wanda mostram a força do capital asiático na Copa da Rússia; conheça as marcas

COMPARTILHE A NOTÍCIA

(Foto: Divulgação)

Por Bruna Damasceno
bruna@focuspoder.com.br
Com o enfraquecimento da credibilidade da Fifa após escândalos por corrupção em 2015, alguns nomes como Johnson & Johnson’s, Sony, Emirates e Continental romperam a parceria de marketing com a Federação. Seis meses antes da Copa de 2018 da Rússia começar, a autoridade do esporte ainda não havia fechado todos os contratos de patrocínio. A situação cedeu espaço para empresas mostrarem a importância do capital asiático. Essa é a primeira Copa na qual metade dos patrocinadores internacionais são da Ásia, totalizando seis dos 12 parceiros da federação.
Nas publicidades que aparecem durante os jogos, o azul predomina e apresenta o conglomerado Wanda GrouP. Comandada pelo bilionário chinês Wang Jianlin, a marca é dona da série de triathlon Ironman, obtém negócios imobiliários, hotéis de luxos, estúdio de cinema e uma fatia do Atlético de Madrid. Além de atividades culturais na China e atuação no setor de seguros, microcrédito e  diversos investimentos. Wanda é a única empresa chinesa “FIFA Partner”, a maior categoria de patrocínio da FIFA.
A estatal chinesa de eletrodomésticos Hisense também marca território nos campos da Copa. Considerada a 10ª maior fabricante da China em 2016, a gigante comprou o setor de TVs da Toshiba por R$ 369 milhões em 2017. A empresa também já patrocinou grandes eventos esportivos e assinou parcerias com equipes como a Eurocopa 2016, a série XFINITY da Nascar, Joe Gibbs Racing, o Aberto da Austrália e o FC Schalke 04 da Alemanha.
Fifagate 
Em 2015, 14 dirigentes da Fifa foram presos por extorsão e lavagem de dinheiro. O escândalo conhecido como Fifagate ocasionou perdas de US$ 369 milhões para a Federação. Além da saída de muitos patrocinadores. Este ano, a Fifa deve lucrar cerca de 1,4 bilhão de euros com patrocínios.

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Relação de Flávio com Vorcaro faz Michelle entrar no radar presidencial

Alece vai batizar rodovia do Cumbuco com nome de Lúcio Brasileiro

AtlasIntel detecta erosão do “bônus nordestino” de Lula e acende alerta para 2026; Ceará é ponto importante

J&F, holding dos irmãos Batista, amplia presença no Ceará com compra de termelétrica em Maracanaú

Ciro voltará à disputa pelo Governo do Ceará após 36 anos

Queda da violência esvazia principal discurso da oposição no Ceará

O Ceará em outro patamar: energia, dados e poder

Pesquisa Quaest mostra disputa presidencial em 10 estados, incluindo o Ceará

Obituário: Lúcio Brasileiro 1939-2026

Ciro Gomes no fio da navalha: até onde vai sem cair no bolsonarismo

Um dos protagonistas do jogo, Aldigueri reposiciona Cid como candidato no centro da disputa

PCC vira multinacional do crime e expande poder global, diz Wall Street Journal

MAIS LIDAS DO DIA

Vice-diretor da faculdade direito da UFC defende tese sobre infraestrutura da IA

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Câmara aprova aposentadoria compulsória aos 75 anos para empregados de estatais

Petrobras opera refinarias acima de 100% da capacidade em meio à alta do petróleo

Eólicas offshore no Ceará podem afetar pesca artesanal em 23 municípios, aponta estudo da UFC

Projeto que permite usar Cide para reduzir tarifa do transporte público vai à sanção presidencial