Ministro detalha primeiro Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil durante audiência na Câmara

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Foto: Divulgação

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, disse, na quarta-feira, 24, que o primeiro Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil será entregue em junho deste ano e ainda estabeleceu os principais pontos do documento durante audiência pública realizada na Comissão Especial de Prevenção a Desastres Naturais da Câmara dos Deputados. A reunião atendeu ao requerimento, de novembro de 2023, do deputado Gilson Daniel (Pode-ES).

O plano está previsto na Lei de nº 12.608, mas somente agora será implantado. Segundo o ministro, vão ser estabelecidos cinco eixos de gestão de risco e do desastre, sendo eles a prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação. “Esse é um Plano que tinha e tem o propósito de ser fechado em um ano. Estendemos um pouco mais com essa previsão de concluir agora em junho deste ano. Estendemos por estarmos tratando de uma política pública de dimensão continental com muitas diferenças”, afirmou Góes.

Na ocasião, o ministro informou que primeiro plano foi uma construção coletiva entre universidades, como a PUC-RJ, técnicos de defesa civil e consulta pública. No documento também vão estar previstas nove diretrizes, entre elas atuação interfederativa, intersetorial, transversal e articulada, além de aperfeiçoamento da gestão financeira e orçamentária.

Acompanhado da equipe técnica, durante audiência pública, o ministro informou que o plano também terá 23 objetivos e cada um deles tem metas e indicadores distintivos. Quanto aos riscos de desastres, foram identificadas as 11 ameaças mais comuns no Brasil, como inundações, granizo, vendavais, tornado, seca, erosão, deslizamento de terra, incêndios florestais e ondas de calor ou de frio.

O prognósticos climáticos das ameaças listadas serão avaliadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe); Indicador de Capacidade Municipal (ICM), para medir a vulnerabilidade das cidades; e Índice de Risco Qualitativo (IRQ), que é resultado do aperfeiçoamento de outros indicadores.

Agência Estado

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Obtuário: Frank Gehry e o fim de uma era em que a arquitetura acreditava poder mudar cidades

Drones, motos e cidades no limite: por que Fortaleza terá que se adaptar

A análise da reviravolta: PL suspende apoio a Ciro Gomes após ofensiva de Michelle

A aposta limpa do Governo com Spark na frota pública: baixo carbono, eficiência e maior economia

Entenda o incômodo de Michelle com Ciro Gomes

Com Ciro como pivô, racha no bolsonarismo explode no Ceará e expõe disputa por comando no PL

Aeroporto de Jericoacoara. Foto: Divulgação

Entenda o que o leilão dos aeroportos regionais realmente revela

Aécio reposiciona PSDB, abre janela para apoiar Tarcísio e facilita a vida de Ciro no Ceará

Aécio banca PSDB no centro com veto a Lula e ao bolsonarismo; E como fica Ciro?

Com pesquisa e patente cearenses, curativo de pele de tilápia chega ao mercado; E o local da indústria?

Domingos Filho entendeu que o gênero é ativo estratégico e Patrícia Aguiar vira peça do PSD para 2026

Editorial Focus Poder: Equilíbrio no comando da CPI do Crime Organizado

MAIS LIDAS DO DIA

Por que o data center do TikTok no Pecém pode redesenhar a economia do Ceará

Governo projeta 3 milhões de moradias do Minha Casa, Minha Vida até 2026

Ceará amplia liderança nacional na produção e geração de valor na indústria de calçados

BNDES aprova R$ 200 milhões para nova etapa do eVTOL da Eve, subsidiária da Embraer

Governo revisa decreto da educação especial após pressão no Congresso

Lula acerta ao dar Incentivo ao bom motorista com CNH renovado automaticamente

A construção do voto, a eleição e a democracia; Por Paulo Elpídio de Menezes Neto

O Silêncio das Togas; Por Gera Teixeira

TRF-5 rejeita investida do ICMBio e sela derrota ao “pedágio” em Jeri e comunidade vence nova disputa por acesso livre