
Equipe Focus
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O deputado estadual Renato Roseno (PSOL), que assumiu hoje, quarta-feira, 1, o seu terceiro mandato, disse ter expectativas em dar continuidade nas tarefas.
“Fiz os dois primeiros olhando ao temas de direitos humanos e meio ambiente, claro, com um último mandato voltado a defesa da democracia, em razão desse ataque que foi vivido no Brasil”, explicou.
“Agora é um novo período, não que essas ameaças tenham se esgotado, tanto é que dia 8 de janeiro, no ponto de vista da história do Brasil republicano, foi um dos fatos mais infames que a política assistiu”, explicou ao se referir aos atos golpistas na Praça dos Três Poderes, logo na primeira semana de governo Lula (PT).
“Agora, nesse terceiro mandato, nós temos um duplo caráter. De um lado, vamos ter as nossas pautas, e também tentar reconstruir os direitos que foram usurpados”, enfatizou o deputado, quando questionado sobre a nova etapa do país sem o ex-presidente Bolsonaro (PL) no poder.
Já em relação ao líder da oposição e antigo aliado do ex-presidente, Capitão Wagner (UB), Roseno foi categórico ao enfatizar que não sabe da sua experiência em relação a pasta de Saúde, cargo este que CW comandará pelos próximos dois anos em Maracanaú.
“Vou ter a oportunidade de mostrar minha capacidade administrativa a nível de Executivo, que vai além da área de segurança pública. Ao assumir a secretaria de Saúde, buscarei deixar um legado de uma saúde pública de qualidade e acessível a todos”, explicou CW em declaração ao Focus.
“A saúde é complexa. Das políticas públicas é, de fato, a mais complexa. Eu sou servidor público da área de política social e eu sei que a pasta de saúde é complicada. Eu não entendi. Ele estava aqui em Fortaleza e depois foi ser gestor de Maracanaú. Não compreendi, mas vamos ver o desenrolar dessa sugestão”, finalizou.







