
Equipe Focus
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Principal medida do Governo para reequilibrar as contas públicas, a reforma da Previdência deve estabilizar a dívida bruta a partir de 2023. A projeção consta de estudo divulgado esta semana pela Instituição Fiscal Independente (IFI), entidade ligada ao Senado.
De acordo com o Relatório de Acompanhamento Fiscal, publicação dedicada aos efeitos da reforma da Previdência, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) só voltará a registrar superávit primário em 2023.
Mesmo com a aprovação, o Governo registrará déficits primários de 1,4% do PIB em 2020, 0,9% em 2021 e 0,4% em 2022. No ano seguinte, o País voltaria a registrar superávit primário de 0,1% do PIB. O resultado positivo subiria gradualmente até chegar a 2,8% do PIB em 2030.






