
Bem no fim do ano letivo, os servidores da UFC decidiram entrar em greve. Vejam alguns dos motivos: “Barrar o governo golpista e ilegítimo. Em defesa do Plano de Cargos e Carreira, contra o desmonte e a privatização, contra a “reforma” da Previdência, contra a reforma trabalhista e a PEC do Fim do Mundo (Teto dos Gastos)”.
O STF considerou legal o corte de ponto e desconto nos salários referentes aos dias de paralisação. “O administrador público não apenas pode, mas tem o dever de cortar o ponto. O corte de ponto é necessário para a adequada distribuição dos ônus inerentes à instauração da greve e para que a paralisação, que gera sacrifício à população, não seja adotada pelos servidores sem maiores consequências”, disse o ministro Luís Roberto Barroso ao proferir seu voto.







