SSPDS e Sepin assinam termo de cooperação para ações de segurança voltadas aos povos indígenas

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Foto: Divulgação

“Evitar que o crime adentre aos territórios indígenas”. Foi com essa fala que o secretário da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Samuel Elânio, pontuou a importância da assinatura do Termo de Cooperação que foi assinado, na manhã desta segunda-feira (10), na abertura do “Seminário de Segurança Pública dos Povos Indígenas: segurança, proteção e defesa”, que aconteceu no Comando de Prevenção e Apoio às Comunidades (Copac) da Polícia Militar do Ceará, no bairro Cais do Porto, em Fortaleza.

Como primeiro passo nesse caminho de cooperação, durante todo o dia, indígenas e agentes de segurança estiveram reunidos em uma formação direcionada para o conhecimento das especificidades culturais dessa população, além do conhecimento acerca das principais dificuldades ocorridas nos territórios, como lesões corporais dolosas, racismo e discriminação étnico-cultural, homicídio culposo, violência contra o patrimônio e outros.

Jade Romero, vice-governadora do Ceará e secretária da Secretaria das Mulheres, parabenizou a iniciativa de cooperação entre as secretarias, reafirmando o apoio do Governo do Ceará. “É extremamente louvável a iniciativa do secretário Samuel Elânio de conversar com as secretarias e entender as necessidades e especificidades de cada público, em relação à segurança pública. Dependendo de cada pasta, temos questões que são muito específicas. Sempre é necessário essa intercessão de conhecimentos e saberes, tendo sempre espaço de falas”, ressaltou.

O secretário Samuel Elânio também falou da importância dos agentes da segurança pública serem cada vez mais capacitados para o atendimento ao povo indígena. “Iniciaremos esse processo ainda na Academia Estadual da Segurança Pública, onde capacitamos e formamos nossos agentes”, afirmou. O titular da pasta da segurança também lembrou da importância de um trabalho conjunto e que possua várias frentes de atuação. “São várias mãos atuando. Precisaremos de muita cooperação, porque não é somente combater os crimes que ocorrem nos territórios indígenas, mas evitar que eles aconteçam, sejam de agentes de fora ou de dentro dessa população”, pontuou.

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