
Da Redação
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A campanha eleitoral se aproxima e é hora de os deputados estaduais cumprirem os acordos que garantiram as vagas dos titulares. Como as bancadas são eleitas com os votos das coligações, os titulares abrem vagas para os suplentes que contribuíram com os votos gerais.
Em 2018, o primeiro caso foi o de Renato Roseno, que deixou sua cadeira por 120 dias para a favor do sindicalista Nestor Bezerra. Carlos Felipe (PCdoB) já anunciou que se licencia por quatro meses para que o ex-prefeito de Maranguape, George Valentim, assuma.
PSDC, PTN (atual PODEMOS) e PPS foram aliados em 2014 e vão fazer suas trocas. É provável que os deputados Julinho, Ely Aguiar ou Tomaz Holanda se licenciem para dar espaço a suplentes.
Os que saem, mantém na Assembleia os seus assessores. Os que entram, nomeiam os seus próprios assessores. Tudo dura quatro meses. Detalhe: cada suplente que assume tem direito a apresentar emendas parlamentares no total de R$ 1 milhão.
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