
Equipe Focus
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Durante o pedido da oposição para adiar a votação dos projetos enviados pelo governador Elmano de Freitas (PT), o deputado Sargento Reginauro (UB), que planejou o requerimento ao lado do deputado estadual Felipe Mota e do federal Danilo Forte, apontou que “nada um dia após o outro” para notar as farsas se revelando.
No texto, ele exigia o adiamento da votação do aumento do ICMS e da permissão para um empréstimo de R$ 900 milhões.
“Eu quero que a população entenda o que é que está em votação agora. Nós não estamos votando ainda a mensagem. Nós não estamos votando ainda se essa vai ou não aumentar o imposto que vai impactar na vida de todo o povo cearense”, apontou.
“Estamos votando em dois requerimentos, de minha autoria, solicitando apenas prazo. Nós estamos pedindo apenas um pouco mais de tempo para discutir. E olhe que as mensagens trazem uma narrativa que não é de todo verdadeira, de que esses impostos só passarão a ser cobrados em 2024. Qual é a sangria e a necessidade de aprovar agora em fevereiro de 2023?”, questiona o deputado.
“Mas como eu disse ‘nada como um dia atrás do outro’ onde podemos ver a bancada do PT votando contra a participação popular. Olha como é fantástico ver o PT e o PSOL votando contra participação popular, contra o direito da sociedade participar de um debate”, reclama.
Oscar Rodrigues (UB), Sargento Reginauro (UB), Alcides Fernandes (PL), Carmelo Neto (PL), Dra. Silvana (PL), Marta Gonçalves (PL), Emília Pessoa (PSDB), Antônio Henrique (PDT), Cláudio Pinho (PDT) e Queiroz Filho (PDT) foram os que votaram a favor do adiamento.
Os primeiros, do PL e UB, atuam como oposição ao governo PT, e os três últimos são ligados ao ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), que, no momento, também assumiu a posição de opositor.
Confira a fala completa:







