Zara nega racismo e alega que delegada foi barrada por não estar utilizando máscara

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Polícia Civil do Ceará em loja da Zara. Foto: Divulgação

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

A loja Zara se pronunciou, nessa segunda-feira, 20, sobre o suposto caso de racismo envolvendo um funcionário da empresa e a delegada de Polícia Civil Ana Paula Barroso.

De acordo com a marca, o motivo da abordagem teria sido o fato de Ana Paula estar sem máscara enquanto consumia um sorvete. Não sendo, assim, um caso de racismo.

“O que aconteceu é que esta cliente delegada entrou na loja sem máscara. E nosso gerente a abordou para que ela colocasse a máscara, porque estamos obedecendo regras de segurança em todas as nossas lojas do Brasil”, alegou, ao EL PAÍS, por telefone uma fonte da empresa, que pediu para não ser identificada.

A Polícia Civil do Ceará executou um mandado de busca e apreensão na loja Zara do Shopping Iguatemi.

De acordo com a PC, a ação, que ocorreu no último domingo, 19, visou apreender todos os equipamentos de registro de imagens da unidade.

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