
Edvaldo Araújo
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Depois de servir como palanque para Jair Bolsonaro, a “máquina de moer” voltou a funcionar nesta quarta-feira, 29, contra Geraldo Alkmin (PSDB). William Bonner e Renata Vasconcelos usaram os 25 minutos destinados a entrevista dos candidatos à Presidência para colocarem Geraldo Alckmin nas cordas. O motivo: a conduta ética dos aliados e membros do PSDB.
Na base do “me diga com quem andas que te direis que és”, bordão usado pelos apresentadores, o ex-governador paulista teve que explicar a conduta ética dos aliados do centrão, do ex-presidente Collor, do ex-governador Aécio Neves, de membros do PSDB e dos ex-secretários de governo.
Alckmin ainda apanhou na questão da segurança, tendo que explicar o nascimento da facção criminosa PCC. E o sistema que era exemplo para o País, murchou. O mesmo aconteceu com o sistema de mobilidade, que ficou resumido ao atraso do rodoanel. Tivemos ainda habitação e saúde pública. Mas neste momento, Alckmin já não tinha fôlego para sair das cordas. Foi só esperar o soar do gongo.







