
Equipe Focus
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Os resultados da pesquisa Ibope, conhecido na noite de ontem (terça-feira), podem ter estabelecido um novo padrão no comportamento de parte significativa do eleitorado. No caso, uma conexão plebiscitária na disputa: o sim ou o não ao petismo. Veja o comentário da jornalista Vera Magalhães, do BR18.
A polarização entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad detectada pela pesquisa Ibope Estadão/TV Globo de forma mais acentuada que na semana passada mostra como o caráter plebiscitário sobre o PT e Lula vem pautando esta eleição –e como pode ter sido subestimado por nós, analistas, pelos candidatos e pelo resto da sociedade.
Diante da forma afoita com que, ao primeiro sinal de crescimento do “ungido” de Lula, os petistas se puseram a explicitar o projeto de libertá-lo, indultá-lo, “fazer-lhe justiça”, como quer que se chame, Haddad atraiu, sim, o voto lulista, mas houve uma reação de maior proporção daqueles –inclusive no mercado– que topam tudo, menos a volta do PT ao poder, ainda mais com esta agenda.







