
Por Fábio Campos
Vejam a situação em que o país está se metendo: os dois candidatos que lideram isolado a corrida presidencial são os que possuem a maior rejeição. Mantido esse ritmo até o fim da campanha e sem mudanças no quadro eleitoral, é muito provável que tenhamos um presidente da República que recebeu o apoio de metade do eleitorado e que é rejeitado pela outra metade.
É claro que isso é sintoma de potencial instabilidade e de difícil construção de governabilidade. É também sintoma de que o país continuará mergulhado na polarização entre petistas e anti-petistas, que é fio condutor da disputa política nacional.
Vejam a rejeição dos principais candidatos, segundo o Ibope.
- Bolsonaro: 42%
- Haddad: 29%
- Marina: 26%
- Alckmin: 20%
- Ciro: 19%
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