Por quê importa: A visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Ceará marcou mais um avanço da Ferrovia Transnordestina e consolidou a Marquise Infraestrutura como uma das principais executoras do empreendimento. A companhia participa dos trechos considerados mais estratégicos da obra, incluindo a futura conexão ferroviária com o Complexo do Pecém.
O que aconteceu
Durante a agenda presidencial foram:
- entregues os lotes 4 e 5 da Transnordestina;
- apresentado o avanço das obras do lote 6;
- assinada a ordem de serviço do ramal ferroviário que ligará a ferrovia ao futuro Terminal de Uso Privado (TUP) Nelog, no Complexo Industrial e Portuário do Pecém.
Todos esses trechos são executados pela Marquise Infraestrutura.
O tamanho da participação
A empresa responde pela construção dos lotes 1 ao 8 da ferrovia no Ceará, além do lote 11, que fará a ligação entre Caucaia e o Complexo do Pecém. Também ficará responsável pelo novo ramal ferroviário que permitirá o acesso direto ao futuro terminal privado Nelog, ampliando a capacidade logística do porto cearense.
Ao longo da execução da obra, a companhia consolidou atuação em frentes de elevada complexidade técnica, reunindo grandes estruturas operacionais, engenharia especializada e cumprimento dos cronogramas pactuados.
A visão da empresa
Para a CEO do Grupo Marquise, Carla Pontes, a participação da companhia na Transnordestina reafirma o compromisso histórico da empresa com projetos estruturantes para o desenvolvimento do país.
“O Grupo Marquise construiu sua trajetória participando de obras que impulsionam o desenvolvimento do país. Ver novos trechos da Transnordestina sendo entregues reforça nossa convicção de que infraestrutura de qualidade é um dos principais motores da transformação econômica e social.”
Segundo a executiva, obras dessa dimensão produzem impactos que vão além da engenharia, ao criar condições para ampliar a competitividade regional, atrair investimentos e fortalecer a integração econômica do Nordeste.
O contexto
Com aproximadamente 1.200 quilômetros de extensão, a Ferrovia Transnordestina conectará áreas produtoras do Ceará e do Piauí ao Complexo do Pecém. O corredor logístico foi concebido para ampliar a capacidade de transporte de grãos, minérios, combustíveis e cargas industriais, reduzindo custos logísticos e aumentando a competitividade das exportações nordestinas.
Vá mais fundo
A participação da Marquise Infraestrutura na Transnordestina reforça uma característica que acompanha a trajetória do grupo: atuar em projetos considerados estruturantes para o desenvolvimento econômico do país.
Ao concentrar a execução dos principais lotes da ferrovia no Ceará e assumir também a conexão com o futuro TUP Nelog, a empresa amplia seu papel em um empreendimento que deverá transformar a logística regional nas próximas décadas, consolidando o Pecém como um dos principais hubs de exportação do Brasil.






