
Equipe Focus
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A agressão a Jair Bolsonaro (PSL) já é um dos assuntos mais discutidos da rede sociais. No twiiter e no facebook, milhões de pessoas se dividem entre mensagens de apoio e questionamentos sobre a veracidade dos fatos. No twitter, hashtags sobre o assunto já ocupam 5 das 10 posições do Top 10. Praticamente todos os candidatos a presidente já se manifestaram com mensagens de solidariedade ao candidato e de repúdio ao ato de violência. O candidato à presidência pelo PSL foi esfaqueado na tarde desta quinta-feira, 6, em ato de campanha na cidade de Juiz de Fora (MG).
Ciro Gomes (PDT) afirmou que repudia a violência “como linguagem politica, solidarizo-me com meu opositor e exijo que as autoridades identifiquem e punam o ou os responsáveis por esta barbárie”.
Já a candidata Marina Silva (Rede), diz que a “a violência contra o candidato Jair Bolsonaro é inadmissível e configura um duplo atentado: contra sua integridade física e contra a democracia”.
Geraldo Alckmin (PSDB) preferiu afirmar que “política se faz com diálogo e convencimento, jamais com ódio. Qualquer ato de violência é deplorável. Esperamos que a investigação sobre o ataque ao deputado Jair Bolsonaro seja rápida, e a punição, exemplar”.
Fernando Haddad (PT) dis que repudia “totalmente qualquer ato de violência e desejo pronto restabelecimento a Jair Bolsonaro”.
“É lamentável e inaceitável o que aconteceu com o Jair Bolsonaro. Independentemente de divergências políticas, não é possível aceitar nenhum ato de violência. Que o agressor sofra as devidas punições. Meus votos de melhoras para o candidato”, afirma João Amoêdo (Novo).
Henrique Meireles (MDB) disse que deseja “pronta recuperação a Jair Bolsonaro. Lamento todo e qualquer tipo de violência. O Brasil precisa encontrar o equilíbrio e o caminho da paz. Temos que ter serenidade para apaziguar a divisão entre os brasileiros”.
Guilherme Boulos (PSOL) afirma que “soube agora do que ocorreu com Bolsonaro em Minas. A violência não se justifica, não pode tomar o lugar do debate político. Repudiamos toda e qualquer ação de ódio e cobramos investigação sobre o fato”.
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