
Dados do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) apontam movimentos distintos nos indicadores econômicos do Ceará entre 2024 e 2025. A renda domiciliar per capita no estado cresceu 18%, passando de R$ 1.260 para aproximadamente R$ 1.380 no período.
Apesar da alta, o Ceará permaneceu entre os três menores resultados do país, à frente apenas do Acre, com R$ 1.370, e do Maranhão, com R$ 1.230. Em 2024, o estado ocupava a penúltima posição nacional.
Pobreza
O número de pessoas em situação de extrema pobreza caiu de 687.874, em 2024, para 584.934, em 2025. Com isso, a proporção desse grupo na população recuou de 7,4% para 6,3%.
Entre a população em situação de pobreza, o contingente passou de cerca de 2,2 milhões de pessoas, equivalente a 23,9% dos cearenses, para aproximadamente 1,9 milhão, ou 21,5%.
Empresas
A abertura de empresas também avançou no período. Segundo o IMDS, o número passou de pouco mais de 1,2 milhão para mais de 1,5 milhão, crescimento de aproximadamente 27%.
Ao mesmo tempo, os negócios encerrados aumentaram de cerca de 801 mil para 894 mil, alta de aproximadamente 12%.
Mercado de trabalho
Entre os ocupados de 18 a 29 anos, a parcela com rendimento de até um salário mínimo caiu de 69,2%, em 2024, para 66,8%, em 2025.
Já a proporção de ocupados com renda no domicílio apresentou pouca alteração, passando de 57% para 56,4% no período.
Situação fiscal
Na área fiscal, o Ceará mantém nota A na Capacidade de Pagamento (CAPAG) desde 2023. O estado recebeu classificação A+ em 2024, 2025 e 2026.
A plataforma do IMDS reúne 228 indicadores das 27 unidades da Federação, distribuídos em 12 temas.






