
Equipe Focus
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Dos cinco partidos que compõem o chamado Centrão, quatro já se posicionaram com neutralidade em relação a apoio no segundo turno das eleições presidenciais. Foram eles DEM, PP, PR e PRB. Porém, em todas as siglas os filiados ficaram liberados para decidirem a quem apoiar e se irão ou não participar da campanha.
A direção do Solidariedade ainda não definiu o posicionamento da sigla, mas o presidente do partido, o deputado federal Paulinho da Força, afirmou ao jornal O Estado de S.Paulo que “o melhor caminho para o partido é liberar”.
No primeiro turno, o grupo apoiou o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, que obteve 4,76% dos votos e ficou em 4º lugar na disputa, o pior desempenho tucano em eleições presidenciais.
Os candidatos do segundo turno são Jair Bolsonaro, do PSL, e Fernando Haddad, do PT.
Foram eleitos no último domingo 142 deputados dos cinco partidos (37 do PP, 33 do PR, 30 do PRB, 29 do DEM e 13 do Solidariedade), o que equivale e 27,7% das vagas para Câmara, 513. Houve diminuição de 13,4% em relação ao quadro de 2014, quando 164 membros dos partidos do Centrão foram eleitos.
Já para o Senado, foram eleitos 11 candidatos do grupo (PR, PRB e Solidariedade possuem um, cada partido; DEM, três; e PP, cinco). O número equivale a 20,4% das cadeiras do Senado Federal, 54.







