
Equipe Focus
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O senador eleito Cid Gomes (PDT) entrou com representação ontem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para impedir que Jair Bolsonaro use sua imagem em programa eleitoral. A ação foi movida no fim da noite de ontem, 16, contra a coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos, do candidato do PSL.
O documento trata que o pronunciamento do pedetista, no dia 15, onde criticou militantes do PT em discurso no auditório do Marina Park. Na ocasião, ele discutiu e disparou: “Lula está preso, babaca”.
“A propaganda, da maneira como foi veiculada passa a falsa imagem de que o Sr. Cid Gomes estaria declarando apoio ao candidato Bolsonaro, quando na verdade nem de longe isso seria verdade. É clarividente a má-fé da coligação representada, assim como a tentativa de criar a falsa impressão no eleitorado de que o senador eleito estaria em oposição à candidatura do Sr. Fernando Haddad”, destaca trecho da ação.
Segundo a representação, a publicação da propaganda com Cid contém dupla irregularidade. “Inicialmente por transmitir propaganda utilizando a imagem de candidato não pertencente a seu partido, ou outro pertencente à coligação representada, bem como a partido que tenha oficializado apoio no segundo turno das eleições; segundo porque a demandada tenta criar, artificialmente, estados mentais na população, na nítida tentativa de induzir o eleitorado à erro”, atesta.
Cid também pede o pagamento de multa de R$ 100 mil a cada veiculação na propaganda eleitoral do candidato do PSL.







