Por Fábio Campos
Ciro Gomes foi às redes sociais na noite deste sábado, fez uma fala de dois minutos, não tocou no nome de nenhum candidato, não pediu voto para Fernando Haddad (PT) e disse que “ninguém está obrigado a votar contra convicções e ideologias”.
Na sequência, Ciro disse entender que as pessoas gostariam que ele adotasse um lado e participasse da campanha, mas “não quero fazer isso por uma razão muito prática”. Porém, Ciro afirmou que “não quer dizer agora” quais são essas razões. “Se eu não posso ajudar, atrapalhar é o que eu não quero”. A frase esconde uma insatisfação de Ciro. Certamente em relação ao PT.
A seguir, Ciro Gomes chamou para “um grande movimento” que, a partir de segunda-feira, “proteja os direitos” e os “interesses nacionais contra a cobiça estrangeira”. Para finalizar, o pedetista agradeceu os apoios e disse se colocou como um político que vai buscar ser uma referência para “enfrentar os dias terríveis”. E mais: “Nada de medo”, sugerindo naturalidade em relação ao processo democrático do País.
Veja o vídeo de Ciro
https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/2239699602986045/?t=127







