
Equipe Focus
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O governo de Roraima pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda temporariamente a imigração na fronteira com a Venezuela. E que os imigrantes sejam redistribuídos pelos restantes dos estados do país. O pedido foi feito no último domingo, 19, após venezuelanos serem atacados em Pacaraima.
Na ação, foi pedido ainda uma barreira sanitária na fronteira, instalação de um hospital do exército para venezuelanos e uma audiência de conciliação entre União, estados e Distrito Federal para discutir a cota de refugiados.
Em abril deste ano o governo de Roraima havia feito o pedido, mas a ministra Rosa Weber negou o fechamento.
Em decisão já suspensa pelo Tribunal Federal da 1ª Região (TRF1), Helder Girão Barreto determinou que a fronteira ficasse fechada para venezuelanos até que o governo federal atingisse um equilíbrio entre os venezuelanos. A fronteira ficou fechada por 17 horas entre os dias 7 e 8 deste mês.
De acordo com o exército, após essa decisão, o fluxo de imigrantes cruzando a fronteira subiu de 500 para 800 ao dia.
“Não somo contra a Venezuela, mas o estado quer que a união dê suporte para atividades de saúde, sanitárias e de polícia para lidar com a imigração”, afirma o procurador-geral do estado, Ernani Batista.
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