
Equipe Focus
A candidata Marina Silva (Rede) informou, neste sábado pelo Twitter, que entrou no TSE com Ação de Investigação contra a chapa Jair Bolsonaro (PSL) e General Mourão (PRTB) para apurar denúncias de ataque cibernético ao grupo do Facebook “Mulheres Unidas contra Bolsonaro”. “Os atos são graves por violarem os direitos constitucionais de liberdade de pensamento e expressão”, afirma a candidata em sua página do twitter.
No último dia 14, o grupo, que possui cerca de 1 milhão de participantes, foi invadido e teve o nome alterado para “Mulheres com Bolsonaro” e só depois retomado pelas administradoras. A ação pede punição com a cassação do registro de candidatura ou, em caso de julgamento após a eleição da chapa, do diploma ou do mandato, com inelegibilidade de 8 anos.







