
Por Fábio Campos
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Atenção: ouvi a seguinte frase de um investidor de grande peso nacional: “O mercado está comprando Bolsonaro da mesma forma como comprou Lula em 2002”. Ou seja, Jair Bolsonaro (PSL) passou a ser assimilado pelas forças que fazem mover a economia do País. A comparação com Lula 2002 é óbvia: para acalmar o mercado, Lula soltou a Carta ao Povo Brasileiro comprometendo-se com o capitalismo. Depois, no poder, se viu que o compromisso foi muito além.
Hoje, a aversão do mercado ao PT e, por conseguinte, a Fernando Haddad, é por um motivo muito simples: a absoluta falta de compromisso do petismo com as reformas. Pior: a promessa de ir adiante em pontos que retrocedem, como a ideia de por a pique a reforma trabalhista.
Faz algum tempo que o mercado financeiro já trabalha com a projeção eleitoral onde Bolsonaro encontra Haddad no segundo turno. “Teve banco gastando até dez milhões para pesquisas exclusivas, sem divulgação, que já apontavam para esse cenário”, relata uma fonte.







